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O novo contrato tem duração de cinco anos e reduz a vacância física total do fundo imobiliário Bresco Logística para 1,6%

Redação Forbes Money 18 de ago de 2026

O fundo imobiliário Bresco Logística, o BRCO11, fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para o Imóvel Bresco Resende. A informação consta em fato relevante divulgado pela gestora no fim desta segunda-feira (17).

O contrato cobre 10% da área bruta locável (ABL) do Bresco Resende, que é de 25,4 mil metros quadrados. A vigência é de cinco anos, com início na data da assinatura.

Com a locação, a vacância física do fundo como um todo cai para 1,6%.

Se a Mercado Livre decidir devolver o imóvel para o BRCO11 antes do fim do contrato, precisa avisar o fundo com cinco meses de antecedência.

Nesse caso, a empresa paga indenização equivalente a três vezes o valor do aluguel vigente, proporcional ao tempo que faltava para o fim do contrato. Esse valor é corrigido pelo IPCA/IBGE, contado do último reajuste até a data do pagamento.Newsletter Forbes DailyAs principais notícias do mercado financeiro

O contrato também prevê período de descontos no aluguel do galpão logístico.

Caso a rescisão aconteça até o 36º mês de locação, a Mercado Livre precisa devolver integralmente os descontos recebidos até ali, também corrigidos pelo IPCA/IBGE.

A partir do 37º mês, essa devolução passa a ser proporcional ao tempo restante do contrato.

Depois que o período de descontos terminar, o aluguel vai representar R$ 0,034 por cota do fundo ao mês. Esse valor representa um acréscimo de 25% ante o contrato de locação anterior do mesmo galpão logístico.

Bresco Resende fica em local estratégico do eixo São Paulo-Rio

O imóvel representa 4,3% da ABL total do BRCO11, estando localizado em Resende (RJ), no quilômetro 298 da Rodovia Presidente Dutra — uma das vias mais importantes do país, conectando São Paulo e Rio de Janeiro e passando pelo Vale do Paraíba, justamente onde fica o galpão.

São 292 quilômetros da capital paulista e 161 quilômetros do Rio de Janeiro.

O galpão possui módulos a partir de 2,5 mil metros quadrados e pé-direito de até 12 metros. No total, o terreno tem 50 mil metros quadrados.

As cotas do BRCO11 sobem 0,15% na abertura de preão desta terça-feira (18), a R$ 109,74. Em uma janela de 12 meses, os papéis sobem 1,32%.

Bresco Logística paga nesta terça-feira (14) o maior dividendo em um ano aos cotistas; confira quem tem direito

fundo imobiliário Bresco Logística (BRCO11) paga, nesta terça-feira (14), o maior dividendo desde julho do ano passado, no valor de R$ 1,05 por cota. O rendimento, referente aos resultados financeiros de junho, será creditado aos investidores que mantinham posição no fundo até o encerramento do pregão de 30 de junho.

Com o pagamento realizado hoje, o fundo imobiliário (FII) encerra o primeiro semestre com uma distribuição acumulada de R$ 5,48 por cota. O valor supera em R$ 1,80 a média de pagamento dos fundos que compõem o Ifix, principal índice de referência da indústria, segundo dados da Economatica.

Para a Bresco, gestora responsável pelo FII, o patamar de distribuição reflete o processo de crescimento dos rendimentos do BRCO11. Desde o início de 2026, o FII eleva gradualmente os proventos pagos aos cotistas. Nos meses de fevereiro e março deste ano, os dividendos permaneceram na faixa dos R$ 0,92 por cota. Já nos meses de abril e maio, o patamar subiu para R$ 0,95 por cota.

“Para o segundo semestre, projetamos uma distribuição bastante positiva. Ainda não posso informar o valor exato, mas ela ficará acima do nosso guidance (projeções) de R$ 0,87 por cota, mantendo esse patamar de distribuição em 2026”, afirma Felipe Sangalli, sócio, diretor financeiro e de Relações com Investidores da Bresco.

Com patrimônio superior a R$ 2 bilhões, o Bresco Logística é um fundo imobiliário que reúne 14 galpões logísticos, distribuídos em sete Estados brasileiros. Do total da área bruta locável (ABL) do portfólio, 23% estão localizados no entorno da cidade de São Paulo, um dos principais centros logísticos do País.

O FII também conta com um perfil de inquilinos de baixo risco: mais de 76% dos locatários possuem nota de crédito AAA (br) ou AA (br), consideradas as mais altas classificações do mercado. Segundo Sangalli, essa combinação de fatores permite ao fundo aproveitar a dinâmica do segmento logístico, que vem se consolidando como um dos mais resilientes da indústria.

“Como o e-commerce entrega diretamente ao consumidor final, ele precisa de cerca de três vezes mais área de armazenagem do que o varejo tradicional. Isso impulsiona a demanda por galpões logísticos”, afirma o executivo. “Os grandes players do setor estão ocupando praticamente toda a área disponível e continuam demandando novos espaços para locação”, acrescenta.

Atualmente, o Bresco Logística registra uma taxa de vacância de 7,4%, de acordo com o último relatório gerencial divulgado pela gestora. A expectativa, porém, é que essa realidade mude nos próximos meses. Segundo Sangalli, há negociações avançadas para dois imóveis do portfólio: o Bresco Canoas, no Rio Grande do Sul, que apresenta vacância de 53%, e o Bresco Resende, no Rio de Janeiro, com 100% de vacância.

Se os contratos forem assinados, a taxa de vacância deverá recuar para cerca de 2%. “Para o restante dos espaços vazios, acreditamos que podemos alugar até o fim do ano porque a meta é zerar a vacância ainda em 2026”, ressalta o executivo.

Em entrevista ao Seu Dinheiro, o sócio, CIO e Diretor de RI do Grupo Bresco, Rafael Fonseca, revelou a estratégia do BRCO11 para pagar dividendos robustos

Os cotistas do Bresco Logística (BRCO11) recebem hoje um dividendo acima de R$ 1,00 por cota pela primeira vez desde maio de 2023. Depois de distribuir R$ 1,40 por cota naquele mês, o fundo imobiliário passou a pagar cerca de R$ 0,95. Agora, o rendimento voltou a subir.

A grande questão é que não dá para saber se a situação continuará por bastante tempo, já que o dividendo mais alto provém de uma combinação de receitas pontuais e não recorrentes — que pode não voltar a se repetir.  

Em entrevista ao Seu Dinheiro, o sócio, CIO e Diretor de RI do Grupo Bresco, Rafael Fonseca, afirmou que o FII recebeu valores referentes a multas por cancelamento de contratos de locação, além de ter fechado novos aluguéis com preços superiores aos que vinham sendo aplicados até então. 

No entanto, como as locações ocorreram após o fim do primeiro semestre, despesas de corretagem foram postergadas, inflando o resultado do ativo no período.

Outro ponto que ajudou no pagamento de um dividendo fora da curva foi a queda das cotas na bolsa de valores (B3). No início do ano, a cota do BRCO11 estava sendo negociado a cerca de R$ 124. Já em junho, o FII fechou a R$ 113,60 por cota. 

Embora o BRCO11 esteja na classe de fundos de galpões logísticos, que vem apresentando os melhores desempenhos, o ativo ainda registra desconto em relação à cota patrimonial. 

Ver o patrimônio perder valor nunca deixa o investidor satisfeito. Porém, a queda no valor da cota resultou em taxas menores para a gestora, o que aumentou o resultado disponível para o FII. Como o regulamento define que 95% do lucro em caixa precisa ser distribuído, os proventos aumentaram. 

A questão é que, de acordo com Fonseca, o BRCO11 não deve parar por aí. “A nossa estratégia sempre foi ter uma distribuição crescente e consistente ao longo do tempo”, disse.

Mas, afinal, em um cenário ainda restritivo para os fundos imobiliários, com a Selic a 14,25% ao ano, como a gestora do FII pretende seguir gerando resultados chamativos para os cotistas? E para quem ainda não entrou no BRCO11, é hora de colocar na carteira?

A estratégia do BRCO11 para ampliar dividendos

Criado em dezembro de 2019, o Bresco Logística tem fama no mercado por conta do portfólio de alta qualidade, com 14 galpões distribuídos em seis estados diferentes.

O FII também prioriza ativos localizados próximo a grandes centros de consumo, voltados para as operações de last mile, ou seja, na etapa final da cadeia logística, em que o bem é entregue diretamente ao consumidor final. 

O portfólio é composto principalmente por imóveis na região de São Paulo, com 51% da carteira localizada no estado. Além disso, 23% da área bruta locável (ABL) se encontra no raio de 25 quilômetros da capital paulista. 

Porém, a estratégia do BRCO11 não se limita a São Paulo. O FII também opera em centros de consumo nas demais regiões do Sudeste, como a grande Belo Horizonte, no Sul (nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul), e no Nordeste (na Bahia e em Alagoas). 

“São Paulo é o maior estado do ponto de vista de mercado, mas acreditamos muito em outras regiões também”, comentou Fonseca. 

Essa característica, aliada ao mercado aquecido pela disputa das grandes varejistas do e-commerce, permite que o BRCO11 capture a valorização dos aluguéis nas regiões. 

Ainda assim, na estratégia do FII, o aumento dos aluguéis é apenas um pilar para gerar dividendos para os cotistas. O fundo também busca gerar valor por meio da reciclagem do portfólio.  

A tática envolve vender ativos no momento certo para realizar ganho de capital e, em seguida, comprar novos imóveis com potencial de valorização imobiliária. 

A carta na manga do BRCO11

Em geral, os fundos imobiliários de galpões logísticos costumam firmar contratos atípicos com seus inquilinos. Isso porque contam com longos prazos para a rescisão, possuem reajustes anuais pela inflação (IPCA), o que garante previsibilidade de renda aos cotistas. 

Mas o BRCO11 vai na contramão. Fonseca destaca que o FII possui 64% da carteira composta por contratos típicos. Nessa modalidade, além de ter reajustes anuais, há a possibilidade de revisional no meio do período da locação. 

Para o executivo, essa característica permite que o fundo consiga reajustar os valores dos aluguéis conforme a dinâmica do mercado, que passa por um período positivo, com aumento dos preços. 

Embora não conte com multas altas em caso de rescisão de contratos, nem com longos prazos, isso não preocupa o sócio do Grupo Bresco. A gestão realiza trabalhos constantes para substituição de inquilinos e, devido ao portfólio de alta qualidade do BRCO11, o ritmo de absorção das áreas vagas é alto. 

No entanto, segundo o último relatório gerencial divulgado, o FII apresenta taxa de vacância de 7,4%. Caio Araujo, analista da Empiricus Research, avalia que o patamar é elevado para o histórico recente do fundo. 

Ainda assim, o especialista enxerga que a qualidade da gestão e dos ativos oferecem boas condições para uma evolução gradual da ocupação. 

Fonseca reforça essa visão: “Vacância é normal em um portfólio com mais de dois terços de contratos típicos. Mas estamos trazendo inquilinos num valor mais alto do que o contrato anterior tinha, por conta da dinâmica e o momento do ciclo imobiliário”, afirmou o CIO. 

Hora de investir? 

Araujo tem perspectivas positivas para o fundo, que aparece na carteira TOP FIIs da Empiricus Research. Segundo o analista, o BRCO11 continuará pagando um nível de rendimento atrativo. 

A projeção da casa é que o fundo consiga manter o atual patamar até meados de 2028, sustentado por lucros acumulados e pela venda do Bresco São Paulo. 

Porém, ainda que haja uma eventual queda dos proventos, Araujo avalia que não deve ser vista como um ponto depreciador. “Os cotistas continuarão a capturar o retorno do desinvestimento no imóvel Bresco São Paulo, enquanto o portfólio do fundo anda permite novos ganhos no médio prazo”, afirmou ao Seu Dinheiro. 

Em relatório, Araujo estima que o BRCO11 gere retorno de 9,4% para os próximos 12 meses. 

Riscos no radar? Os Correios e o GPA como inquilinos e outras pressões nos dividendos

Atualmente, o BRCO11 possui dois inquilinos no portfólio que estiveram no centro de imbróglios: os Correios e o Grupo Pão de Açúcar (GPA).

No caso da estatal, a empresa lidou com um impasse com o fundo imobiliário Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11), dono do galpão que ocupava anteriormente.  

O problema teve início em 2024, com a identificação de problemas no imóvel de Contagem (MG). Após constatar danos no imóvel, os Correios suspenderam as atividades no local e, em seguida, a Defesa Civil determinou a interdição total do imóvel. 

Porém, mesmo depois da liberação, a companhia não retomou as operações no ativo. Já em março de 2025, os Correios decidiram rescindir unilateralmente o contrato de locação do imóvel, o que levou a uma batalha judicial em relação ao pagamento de obrigações definidas em contrato. 

Com a saída do imóvel do TRBL11, a empresa passou a ocupar o galpão do BRCO11. Questionado sobre os riscos do inquilino, Fonseca afirmou que a gestão monitora a situação diariamente e ressalta que a operação é estratégica para os Correios atenderem o mercado de Belo Horizonte. 

“Se não estivessem no galpão da Bresco, a empresa precisaria estar em outro imóvel similar, como fizeram quando saíram do TRBL11”, disse ao Seu Dinheiro. A gestão ainda avalia que, caso os Correios saiam, haverá oportunidades para locações ainda melhores para a carteira. 

Já o GPA passa por uma recuperação extrajudicial. Porém, a empresa segue com os pagamentos totalmente em dia, o que, segundo Fonseca, demonstra a importância da operação no imóvel para a empresa. 

O galpão ocupado está localizado em São Paulo, a apenas 3 quilômetros da Marginal Tietê, sendo considerado um imóvel extremamente líquido comercialmente e com potencial de valorização. 

Mas não são só os inquilinos que podem pressionar o FII. Com um ambiente mais restrito para emissões públicas devido à atratividade da renda fixa, o BRCO11 vem ampliando o portfólio através do pagamento em cotas. 

No entanto, essa abordagem pode ter impactos nos pagamentos. “Como temos uma estratégia de longo prazo, conseguimos fazer transações que pressionam os rendimentos no curto prazo, mas que têm um potencial maior no longo prazo”, disse o executivo.


Por Igor Grecco, 08 abr 2026, 7:50

Fundo imobiliário fecha contrato de 10 anos com a Pague Menos (PGMN3); IFIX interrompe sequência de alta (Imagem: Kaype Abreu/Money Times)

O fundo imobiliário Bresco Logística (BRCO11) anunciou, por meio de fato relevante, que celebrou, com a Pague Menos (PGMN3), o oitavo aditivo ao contrato de locação do galpão Bresco Simões Filho, localizado na região metropolitana de Salvador (BA).

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o principal ponto do novo acordo é a extensão do prazo: o contrato, que venceria este mês, foi renovado por mais 10 anos, passando a valer até abril de 2036.

Além disso, o valor do aluguel mensal foi reajustado em 9,1%, sendo concedido, como contrapartida, um desconto temporário de R$ 1,50 por metro quadrado nos primeiros 12 meses. O índice de correção anual também foi alterado para o IPCA.

O acordo firmado prevê ainda aviso prévio de cinco meses em caso de saída antecipada da inquilina, enquanto a multa rescisória foi definida como o equivalente a seis meses de aluguel, ajustada pela inflação e proporcional ao tempo restante do contrato, com acréscimo dos descontos oferecidos.

Apesar de representar cerca de 2,2% da área bruta locável (ABL) do BRCO11, a Pague Menos tem impacto operacional relevante no fundo: com a renovação, o imóvel segue com a vacância física zerada.

Além da rede de farmácias, empresas como FedEx, Next Power, BNRV e Arctech Solar também figuram entre os locatários do galpão.

Desempenho do IFIX

Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores, encerrou a terça-feira (7) em queda de 0,17%, aos 3.880,25 pontos, interrompendo uma sequência de quatro pregões consecutivos de alta.

Com o resultado, o indicador acumula valorização de 0,25% no mês de abril, enquanto, no ano de 2026, sobe 2,78%.

Destaques da última sessão (7)

O Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11) liderou as altas do dia, com avanço de 1,28%. Na sequência, o WHGR11 (WHG Real Estate) subiu 1,06%, enquanto o HGRE11 (Pátria Escritórios) teve ganho de 0,80%.

TickerVariaçãoÚltimo (R$)
BCRI11+1,28%63,90
WHGR11+1,06%9,49
HGRE11+0,80%124,11
SNFF11+0,75%74,15
VGIP11+0,69%79,84

Já o JSCR11 (JS Recebíveis Imobiliários) liderou as perdas do dia, com recuo de 1,90%. Depois, o TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 1,46%, enquanto o BLMG11 (Bluemacaw Logística) recuou 1,43%.

TickerVariaçãoÚltimo (R$)
JSCR11-1,90%8,27
TGAR11-1,46%70,35
BLMG11-1,43%32,48
PMIS11-1,37%7,90
VRTM11-1,36%7,27

Redação FIIs 24/03/2026 às 18:25

O fundo imobiliário BRCO11 encerrou fevereiro com lucro caixa de R$ 16,866 milhões, após registrar receitas de R$ 21,166 milhões e despesas de R$ 4,3 milhões no período. 

A distribuição anunciada aos cotistas do BRCO11 foi de R$ 0,92 por cota, valor equivalente a um dividend yield anualizado de 8,9% com base na cotação de fechamento do mês. Esse é o maior rendimento dos últimos 8 meses.

Segundo o fundo imobiliário BRCO11, esse pagamento correspondeu a 98,3% do lucro caixa gerado em fevereiro.

Mesmo com a nova distribuição, o FII segue com uma reserva acumulada relevante. O fundo informou ter um lucro caixa não distribuído de R$ 35,1 milhões, o que representa R$ 1,95 por cota. 

Na comparação com janeiro, a receita imobiliária perdeu força, movimento explicado principalmente pelo recebimento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor de R$ 9,9 milhões no primeiro mês de 2026, algo que não se repetiu em fevereiro. 

Ainda assim, houve fatores que contribuíram positivamente para a geração de receita no período, como o fim da carência do contrato com a M. Dias Branco no imóvel Bresco Canoas e o recebimento de Renda Mínima Garantida nos empreendimentos Bresco Viracopos e Bresco Simões Filho, em um total de R$ 700 mil.

Do lado das despesas, o relatório do fundo BRCO11 detalha que os gastos com corretagem estão ligados ao pagamento de comissão referente ao imóvel Bresco Canoas. 

Já as despesas com propriedades foram impactadas, sobretudo, pela vacância dos imóveis vagos Bresco Embu e Bresco Canoas, além dos custos de seguro relacionados aos ativos Bresco Resende e Bresco Embu. 

As despesas financeiras, por sua vez, estão associadas aos juros do financiamento contratado para a aquisição das propriedades Bresco Viracopos e Bresco Simões Filho.

Detalhes da carteira do fundo imobiliário BRCO11

O FII BRCO11 fundo reúne 14 propriedades, com uma Área Bruta Locável total de 591 mil metros quadrados e potencial de expansão estimado em até 15%. 

A receita anual estabilizada supera R$ 214 milhões, com predominância de ativos voltados ao segmento last mile, que respondem por 71% dessa geração de receita.

Cerca de 23% da ABL do fundo está posicionada em ativos situados em um raio de até 25 quilômetros da cidade de São Paulo, região considerada estratégica para operações logísticas. Atualmente, a vacância física consolidada do portfólio está em 6,7%.

Os contratos de locação do BRCO11 têm prazo médio remanescente de 4,7 anos, sendo que 36% deles são classificados como atípicos. Entre os locatários, mais de 67% apresentam perfil de grau de investimento, com ratings entre AAA (br) e AA (br), ou equivalente ou superior em escala global.

Carteiras de instituições como BTG Pactual, Itaú BBA, EQI Research e BB Investimentos combinam geração de renda e potencial de ganho de capital nas escolhas para o mês

Por Yasmim Tavares, Valor Investe — Rio

10/03/2026 06h20


À medida que cresce no mercado a expectativa pelo início do ciclo de queda da Selic, as carteiras recomendadas de fundos imobiliários para março mostram uma estratégia que combina geração de renda com potencial de valorização das cotas.

As escolhas aparecem nas indicações de casas como BTG Pactual, Itaú BBA, EQI Research e BB Investimentos, cujas carteiras seguem com presença dos fundos de recebíveis (CRIs), ao mesmo tempo em que ampliam a exposição a segmentos ligados à economia real, como galpões logísticos e shoppings.

No total, 12 fundos aparecem nas carteiras recomendadas pelas quatro casas analisadas. Entre eles, predominam fundos de recebíveis e de logística, além de ativos dos segmentos de shoppings, lajes corporativas e renda urbana.

Os fundos imobiliários para investir em março

Nome do fundoCódigoSegmento
BTG Pactual Crédito ImobiliárioBTCI11Recebíveis
BTG Pactual LogísticaBTLG11Logística
Bresco LogísticaBRCO11Logística
Hedge Brasil ShoppingHGBS11Shoppings
HSI MallsHSML11Shoppings
Kinea Rendimentos ImobiliáriosKNCR11Recebíveis
Kinea Índice de PreçosKNIP11Recebíveis
VBI Prime PropertiesPVBI11Lajes corporativas
RBR High YieldRBRY11Recebíveis
TRX Real EstateTRXF11Renda urbana
Guardian Real EstateGARE11Híbrido
XP MallsXPML11Shoppings

Fonte: BTG Pactual, Itaú BBA, EQI Research e BB Investimentos

No cenário doméstico, o mercado acompanha de perto os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa predominante é de início do ciclo de cortes de juros na reunião que acontece no dia 19 deste mês.

Segundo o Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe que acompanha as apostas embutidas nos contratos negociados na B3a probabilidade majoritária é de uma queda de 0,5 ponto percentual, levando a Selic de 15% para 14,5% ao ano.

De modo geral, a perspectiva de queda da Selic tende a favorecer a classe de fundos imobiliários como um todo, uma vez que, com juros mais baixos, a renda fixa perde parte da atratividade, o que pode estimular a migração para ativos de maior risco, como as ações e os fundos imobiliários.

Os fundos de “tijolo”, que investem em imóveis físicos, podem se beneficiar mais diretamente do ciclo de afrouxamento monetário. Isso porque a queda da taxa de juros reduz a taxa de desconto utilizada para estimar o preço dos ativos imobiliários, o que tende a destravar valor e favorecer a valorização das cotas.

Ainda assim, os fundos de recebíveis seguem com papel importante nas estratégias recomendadas. Mesmo com os cortes na taxa básica, os juros devem permanecer em patamar elevado por algum tempo, o que sustenta dividendos atrativos para esse tipo de fundo, cujas carteiras são atreladas ao CDI ou à inflação.

As apostas das casas

BTG Pactual

Na carteira do BTG Pactual, a estratégia combina fundos de recebíveis e ativos de tijolo. Entre as indicações aparecem fundos de crédito imobiliário como Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), Kinea Índice de Preços (KNIP11) e Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11).

A carteira também inclui fundos logísticos, como BTG Pactual Logística (BTLG11) e Bresco Logística (BRCO11), além de ativos do segmento de shopping centers, como Hedge Brasil Shopping (HGBS11) e HSI Malls (HSML11).

Segundo o banco, o cenário ainda favorece uma estratégia equilibrada entre geração de renda e exposição a segmentos que podem capturar valorização das cotas ao longo do ciclo de queda dos juros.

As apostas do BTG

Nome do fundoCódigoSegmento
BTG Pactual Crédito ImobiliárioBTCI11Recebíveis
Kinea Rendimentos ImobiliáriosKNCR11Recebíveis
Kinea Índice de PreçosKNIP11Recebíveis
RBR Rendimento High GradeRBRR11Recebíveis
RBR High YieldRBRY11Recebíveis
Mauá Capital Recebíveis ImobiliáriosMCCI11Recebíveis
Vinci LogísticaVILG11Logística
Bresco LogísticaBRCO11Logística
BTG Pactual LogísticaBTLG11Logística
BTG Pactual Corporate OfficeBRCR11Lajes corporativas
VBI Prime PropertiesPVBI11Lajes corporativas
Hedge Brasil ShoppingHGBS11Shoppings
Gazit MallsGZIT11Shoppings
HSI MallsHSML11Shoppings
TRX Real EstateTRXF11Renda urbana

Fonte: BTG Pactual

Itaú BBA

A carteira do Itaú BBA também reúne fundos de diferentes segmentos do mercado imobiliário, com destaque para os fundos logísticos como BTG Pactual Logística (BTLG11) e Bresco Logística (BRCO11).

O portfólio inclui ainda ativos do segmento de shopping, como XP Malls (XPML11) e HSI Malls (HSML11), além de fundos de recebíveis e multiestratégia, como Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), Kinea Índice de Preços (KNIP11) e Kinea Hedge Fund (KNHF11).

Segundo o banco, a seleção feita pela casa prioriza fundos com elevada liquidez, gestão experiente e portfólios considerados de maior qualidade.

As escolhas do Itaú BBA

Nome do fundoCódigoSegmento
CSHG Renda UrbanaHGRU11Renda urbana
HSI MallsHSML11Shoppings
XP MallsXPML11Shoppings
Bresco LogísticaBRCO11Logística
BTG Pactual LogísticaBTLG11Logística
Kinea Renda ImobiliáriaKNRI11Híbrido
VBI Prime PropertiesPVBI11Lajes corporativas
RBR PropertiesRBRP11Híbrido
Itaú Total ReturnITRI11Multiestratégia
Kinea Hedge FundKNHF11Multiestratégia
Kinea Índice de PreçosKNIP11Recebíveis
Kinea Unique HY CDIKNUQ11Recebíveis
Kinea Rendimentos ImobiliáriosKNCR11Recebíveis

Fonte: Itaú BBA

EQI Research

A carteira recomendada da EQI Research combina estratégias voltadas à geração de renda com potencial de valorização das cotas. Entre as indicações aparecem fundos de recebíveis, como BTG Pactual Crédito Imobiliário (BTCI11) e RBR High Yield (RBRY11).

O portfólio também inclui fundos de logística, lajes corporativas e shoppings, como BTLG Logística (BTLG11), Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) e XP Malls (XPML11).

Entre as mudanças do mês, a casa incluiu o fundo de fundos Hedge Top FOFII (HFOF11). Segundo a EQI, esse tipo de veículo pode voltar a capturar ganhos de capital caso o mercado de fundos imobiliários entre em um ciclo mais favorável.

As preferências da EQI

Nome do fundoCódigoSegmento
BTG Pactual Crédito ImobiliárioBTCI11Recebíveis
BTG Pactual LogísticaBTLG11Logística
Guardian Real EstateGARE11Híbrido
Hedge Top FOFIIHFOF11Fundo de fundos
Hedge Brasil ShoppingHGBS11Shoppings
RBR LogísticaRBRL11Logística
Rio Bravo Renda CorporativaRCRB11Lajes corporativas
CSHG Real EstateHGRE11Lajes corporativas
Vinci LogísticaLVBI11Logística
Manatí CapitalMANA11Multiestratégia
RBR High YieldRBRY11Recebíveis
Mauá Capital Real EstateMCRE11Multiestratégia
Vectis Juros RealVCJR11Recebíveis
XP MallsXPML11Shoppings

Fonte: EQI Research

BB Investimentos

A carteira recomendada do BB Investimentos reúne fundos de diferentes estratégias, como fundos híbridos (combinam investimentos em imóveis físicos e em títulos de crédito imobiliário) e ligados à economia real, como TRX Real Estate (TRXF11), Guardian Real Estate (GARE11) e Riza Terrax (RZTR11).

O portfólio também inclui fundos de recebíveis imobiliários, como REC Recebíveis Imobiliários (RECR11), Valora CRI Índice de Preços (VGIP11) e XP Crédito Imobiliário (XPCI11), além do Pátria Malls (PMLL11), do segmento de shopping centers.

Segundo o BB, embora o início do ciclo de queda de juros possa favorecer o setor de fundos imobiliários, a proximidade do período eleitoral tende a aumentar a volatilidade do mercado. Nesse cenário, o banco orienta os investidores sobre a importância da seletividade na escolha dos ativos.

Os nomes escolhidos pelo BB

Nome do fundoCódigoSegmento
Riza TerraxRZTR11Agronegócio
Guardian Real EstateGARE11Híbrido
TRX Real EstateTRXF11Renda urbana
Kinea Hedge FundKNHF11Multiestratégia
REC Recebíveis ImobiliáriosRECR11Recebíveis
Valora CRI Índice de PreçosVGIP11Recebíveis
XP Crédito ImobiliárioXPCI11Recebíveis
Pátria MallsPMLL11Shoppings

Fonte: BB Investimentos

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por Redação Suno Notícias 02/03/2026 11:45

Dividendos do BRCO11 avançaram em fevereiro, com a administração anunciando distribuição de R$ 0,92 por cota. O pagamento contempla investidores posicionados até 27 de fevereiro, com liquidação em 13 de março, mantendo a isenção de IR para pessoas físicas. O novo patamar marca o maior valor em oito meses e encerra a sequência de R$ 0,87 por cota.

A R$ 124,00 por cota no fechamento de fevereiro, o provento implica retorno mensal aproximado de 0,74%. Esse desempenho reflete a resiliência operacional do fundo e a disciplina na alocação de capital, alinhando distribuição com geração de caixa.

O portfólio do fundo imobiliário BRCO11 reúne 14 ativos logísticos, somando 591 mil m² de ABL, com potencial de expansão de até 15%. A receita anual estabilizada supera R$ 213 milhões, com 71% originados de ativos de last mile, estratégicos para alta capilaridade em distribuição urbana. Aproximadamente 23% da ABL situa-se em raio de até 25 km da capital paulista, área de demanda logística intensa.

Vacância física está em 7%, enquanto o prazo médio remanescente dos contratos é de 4,8 anos. Cerca de 36% dos contratos são atípicos, favorecendo previsibilidade de receitas, e mais de 74% dos locatários possuem grau de investimento. Esses fatores sustentam a estabilidade do caixa e amparam a recente elevação dos pagamentos.

Entre os imóveis do portfólio, 13 dos 14 são classificados como A+, reforçando a qualidade técnica e a liquidez comercial. No Bresco Canoas, houve locação de 15.553 m² para M. Dias Branco, equivalente a 47% da ABL, restando 17.724 m² desocupados. Há tratativas iniciais para cerca de 16.620 m², próximo à totalidade remanescente.

No Bresco Embu, seguem vagos 7.629 m² de galpão e 14.084 m² de pátio, com negociações em estágio avançado para ocupação integral. A demanda reportada supera o dobro da metragem disponível, indicando perspectiva positiva para redução de vacância.

Por fim, o Flex Viracopos atingiu ocupação total após a entrada da Nu Pagamentos (Nubank), com 9.150 m², e a expansão da FedEx em mais 1.560 m². A eliminação da vacância nesse ativo reforça a tração comercial do fundo e contribui para sustentar os atuais dividendos do BRCO11.

Redação FIIs, 26/02/2026 às 9:55

O fundo imobiliário BRCO11 encerrou janeiro com um lucro de R$ 26,517 milhões, cifra que mais que dobrou em relação aos R$ 11,607 milhões registrados em dezembro. 

No mês de janeiro, as receitas do BRCO11 alcançaram R$ 30,313 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 3,796 milhões.

O desempenho foi impulsionado por eventos ligados ao ativo Bresco Viracopos. Antes da dissolução da SPE do empreendimento, em 2 de janeiro, o fundo recebeu R$ 9,9 milhões em Juros sobre Capital Próprio. 

Em seguida, entraram mais R$ 3,1 milhões provenientes das locações do imóvel, o que também ajudou a elevar a receita imobiliária no mês.

As despesas com propriedades ficaram concentradas principalmente na vacância dos ativos Bresco Embu e Bresco Canoas, além do seguro do Bresco Resende. 

Já as despesas gerais consideraram a última parcela relacionada ao rating da S&P e aos laudos de avaliação patrimonial. Também houve aumento das despesas em função dos juros do financiamento utilizado nas aquisições de Bresco Viracopos e Bresco Simões Filho.

Com esse resultado, o fundo imobiliário BRCO11 anunciou dividendos de R$ 0,87 por cota, o que corresponde a um dividend yield anualizado de 8,7% considerando a cotação de fechamento de janeiro. 

A distribuição de dividendos do BRCO11 representou 59,1% do lucro caixa do período. O FII ainda carrega um lucro caixa acumulado não distribuído de R$ 34,8 milhões, equivalente a R$ 1,93 por cota.

O portfólio do fundo é composto por 14 ativos logísticos, que somam 591 mil m² de Área Bruta Locável, com possibilidade de expansão estimada em até 15%. A receita anual estabilizada ultrapassa R$ 213 milhões.

A taxa de vacância física encontra-se em 7%. Os contratos de locação apresentam prazo médio remanescente de 4,8 anos, sendo que 36% são contratos atípicos, o que traz maior previsibilidade das receitas.

Localização e perfil dos ativos do BRCO11

O estado de São Paulo concentra 51% da exposição do portfólio do FII BRCO11. A Bahia representa 14%, Minas Gerais 12%, Alagoas 9%, Rio Grande do Sul 6%, Paraná 4% e Rio de Janeiro também 4%. 

Aproximadamente 23% da ABL do fundo BRCO11 está situada em um raio de até 25 quilômetros da capital paulista.

Os ativos classificados como last mile respondem por 71% da receita do fundo. Além disso, 13 dos 14 imóveis possuem especificação A+, enquanto 19% se enquadram em outras classificações.

A base de locatários apresenta predominância de empresas com perfil de crédito mais elevado, já que 52% possuem rating AAA (br) ou AA (br), 22% são classificados como grau de investimento e 26% estão em outras categorias. 

No total, mais de 74% dos inquilinos do BRCO11 apresentam classificação equivalente a grau de investimento.

por Redação Suno Notícias 20/02/2026 11:05

BRCO11 (Bresco Logística FII) anunciou a assinatura do segundo aditivo de aluguel com a FedEx Brasil Logística e Transporte para o complexo Bresco Viracopos, reforçando a presença do inquilino no ativo. O acordo amplia a área ocupada e consolida a estratégia de ocupação do fundo em um polo logístico relevante.

Segundo o fato relevante, a FedEx passará a ocupar mais 1.560 m² de área bruta locável, elevando o total utilizado para 3.120 m². A expansão reforça a capilaridade operacional da FedEx na região e sustenta a atratividade do empreendimento para locatários de grande porte.

Com o novo aditivo, a vacância física do Bresco Viracopos cai para 0,4%, sinalizando elevada demanda por espaços logísticos de qualidade. O ativo integra a carteira logística do fundo e está localizado em Campinas, no Interior de São Paulo, próximo ao Aeroporto de Viracopos, um dos principais hubs de cargas do país.

Projeções da administradora e da gestora indicam geração de aproximadamente R$ 0,03 por cota em aluguel mensal adicional. Esse incremento tende a contribuir para a previsibilidade de receitas do fundo, ainda que dependa da manutenção das condições operacionais e contratuais vigentes.

O comunicado da BRCO11 ressalta que os números divulgados não constituem, em nenhuma hipótese, promessa, garantia ou indicação de rentabilidade futura. Trata-se de estimativa sujeita a variáveis de mercado e ao desempenho do portfólio.

Em síntese, a extensão do contrato com a FedEx reforça a ocupação do complexo, reduz a vacância e sustenta a tese logística do fundo. A localização estratégica em Viracopos, aliada à demanda por espaços modernos, segue favorecendo a performance operacional da BRCO11.

Por Igor Grecco, 26 dez 2025, 11:04 

Fundo imobiliário anuncia contrato de locação com o Nubank (ROXO34); veja os detalhes (Imagem: Linkedin)

O fundo imobiliário Bresco Logística (BRCO11) anunciou, nesta sexta-feira (26), que assinou um contrato de aluguel com o Nubank (ROXO34), por meio da Nu Pagamentos, para um empreendimento de uso misto localizado próximo ao aeroporto de Viracopos, no interior de São Paulo.

Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a área locada soma cerca de 9.150 metros quadrados (m²), o que reduz a vacância física do imóvel de 11,3% para 0,8%.

O contrato acordado terá vigência de cinco anos, o aluguel mensal deverá acrescentar cerca de R$ 0,014 por cota ao resultado do fundo.

O imóvel em questão faz parte da destinação dos recursos captados na 6ª emissão de cotas do BRCO11, concluída em 23 de dezembro de 2025.

A oferta levantou aproximadamente R$ 248,6 milhões, com a distribuição de 2,1 milhões de novos papéis ao preço de emissão de R$ 117,47 cada.